Soft skills e hard skills

Soft skills e Hard skills: 6 habilidades essenciais

Antes de falarmos sobre as divergências e convergências entre soft skills e hard skills, vamos entender cada um dos conceitos separadamente.

O que são soft skills

Soft skills é um termo que vem sendo amplamente utilizado em redes corporativas, como o LinkedIn, em palestras, webinários e outros espaços públicos de debate sobre o mercado de trabalho e o profissional do futuro. 

Também chamadas de competências socioemocionais, as soft skills (habilidades comportamentais em português) são ferramentas cognitivas/emocionais que um indivíduo desenvolve a fim de lidar com os desafios impostos pelo convívio social e profissional. 

Soft skills, portanto, não são competências que você aprende em uma faculdade para aplicá-las de forma objetiva, como faria com uma máquina, por exemplo. Pelo contrário, são competências internas e, dessa forma, subjetivas, que são aplicadas de uma maneira um tanto silenciosa, mas bastante eficaz. 

Soft Skills e Hard Skills

Soft skills é o mesmo que autoajuda?

Em palestras e livros de autoajuda, costuma-se abordar bastante o tema das competências socioemocionais. 

Contudo, o próprio termo “autoajuda” ficou um pouco viciado por conta de diversos fatores que não precisamos abordar aqui. Sendo assim, convém dizer que as soft skills não são meramente uma forma de manter o profissional motivado e engajado, como se fosse um robozinho programado para ser feliz o tempo todo (mesmo que apenas superficialmente). 

Pelo contrário, as soft skills são as competências que permitem ao profissional lidar com todas as questões internas e externas da maneira mais sustentável possível. Afinal de contas, nós não deixamos os nossos problemas no armário da empresa antes de irmos para a nossa posição de trabalho, da mesma forma como temos sangue correndo nas veias, o que significa que o convívio humano nem sempre é um mar de rosas. 

O grande diferencial, em resumo, está em como as pessoas vão lidar com tudo isso, e é aqui que as soft skills fazem toda a diferença. 

Cremos que o caro leitor tenha entendido o que são as soft skills. Mas afinal, o que são as hard skills, que também estão presentes no título do presente artigo?

Segue com a gente para entender!    

O que são hard skills 

Se as soft skills são as competências socioemocionais, ou seja, aquelas habilidades que nos permitem lidar tanto com o convívio social quanto com nossas próprias emoções, as hard skills são as habilidades/competências técnicas, que todo profissional precisa para executar seu trabalho. 

Um profissional precisa estar equilibrado quanto às soft skills e hard skills. Não basta possuir competências socioemocionais sem saber operar os equipamentos e expor corretamente as ideias que fazem o trabalho acontecer. 

Da mesma forma, o profissional mais talentoso do mundo nos aspectos técnicos fatalmente vai trazer problemas se não possuir as soft skills necessárias. 

Podemos dizer que se trata de um movimento pendular e ao mesmo tempo de uma balança daquelas que vemos em filmes sobre o mundo antigo, com dois pratos pendurados, em que os pratos devem estar na mesma altura.

Em suma, o futuro do trabalho exige que os profissionais não sejam meros “apertadores de parafuso” (lembra do filme Tempos Modernos, do genial Charles Chaplin?), mas que possuam tanto as técnicas necessárias, quanto o comportamento adequado aos desafios cotidianos. 

Soft Skills e Hard Skills

Por conta disso, a seguir vamos falar sobre a intersecção entre soft skills e hard skills. 

Mas antes, vamos falar um pouco sobre outro conceito importante desse universo: o das T-shaped skills. 

Continue com a gente!

T-shaped Skills     

Um debate antigo sobre o desenvolvimento de habilidades diz respeito a profissionais especialistas e generalistas.  

Quando um estudante acaba de sair da universidade tradicional, costuma haver um sentimento de que se sabe um pouco de tudo, como se ele fosse um generalista que não tem nenhum conhecimento mais aprofundado. Por isso, para resolver tal ponto de oportunidade, muitos profissionais optam pelas especializações (pós-graduações lato sensu).  

Como já dissemos, essa discussão envolvendo as vantagens e desvantagens de um profissional generalista ou especialista não é nova. 

Se por um lado o profissional precisa  saber um pouco de tudo, já que vai se deparar com diferentes oportunidades e situações quando estiver no mercado de trabalho, por outro lado, quando começar a subir na carreira, apenas um pouco de informação não vai ajudar tanto assim.

Por conta disso, as universidades americanas, especialmente as de tecnologia, começaram a pesquisar e implementar a ideia do profissional T-Shaped, ou seja, o profissional em formato de T (ou T-Shaped Skills, habilidades em formato T). 

A primeira vez que se defendeu publicamente a utilização do conceito de T-shaped skills foi em 2013, no Simpósio eLeo, promovido pela OCAD University, instituição de ensino do Canadá. Contudo, em 2012 o manual da Valve Corporation,  desenvolvedora , editora e empresa de distribuição digital americana, já falava em “funcionários em formato T”. 

Um dos elementos mais importantes das análises que utilizam do conceito de T-shaped skills é a profundidade das habilidades e conhecimentos generalistas e especialistas que o candidato ou colaborador possui.

Dito isto, vamos entender como se dá a intersecção entre soft skills e hard skills. Não saia daí! 

Soft skills e hard skills

Soft skills e hard skills, em um primeiro momento, parecem termos diametralmente opostos. Isso porque, sem a devida análise do tema, teremos a impressão de que se trata de ideias totalmente divergentes e inconciliáveis. 

Entretanto, como dissemos acima, o profissional do futuro deve ser ao mesmo tempo um pêndulo e uma balança, o que nos leva à ideia de que soft skills e hard skills não são assuntos opostos, mas sim complementares.

Existem soft skills e hard skills que podemos chamar de “puras”, ou seja, que são totalmente uma coisa ou outra, apesar de se complementarem. Mas também existem outras competências que podemos chamar “de intersecção”, ou seja, não são apenas complementares externamente, mas também internamente. 

As 6 habilidades essenciais que nós preparamos para você estão nessa categoria, pendendo mais para soft ou hard, mas contendo elementos de ambas.  

Sendo assim, vamos a elas.    

Soft skills e hard skills: 6 habilidades essenciais

Agora que nós já demos uma passada pelos conceitos de soft skills e hard skills, além de termos visto como ambos se complementam, vamos falar sobre 6 habilidades essenciais que fazem parte desse mundo de intersecção entre os dois conceitos. 

São elas:

  • Trabalho em equipe
  • Resiliência 
  • Criatividade 
  • Conhecimentos em TI
  • Habilidades analíticas
  • Growth Hacking 

Vamos conhecer um pouco melhor cada uma dessas habilidades? Continue com a gente, pois estamos na reta final da nossa jornada. 

Trabalho em equipe

Trabalhar em equipe é fundamental, não é mesmo? Essa afirmação pode parecer óbvia, mas no atual cenário do mercado (que tem se mostrado como tendência para o futuro do trabalho), é vital sempre revisitar o conceito. 

Trabalho em equipe não significa renegar os talentos individuais, como alguns podem erroneamente imaginar. 

Pelo contrário, significa dar a cada talento a liberdade necessária para florescer e, consequentemente, colaborar com o resultado coletivo, sempre alinhando as expectativas do indivíduo com as da empresa. 

Resiliência 

A transformação digital trouxe consigo a necessidade da agilidade. Ser ágil não significa necessariamente ser rápido, mas principalmente ser assertivo e efetivo, sem circunvoluções desnecessárias. 

Isso também serve para a superação de desafios. 

Ter resiliência significa possuir a capacidade de se recuperar dos reveses da forma mais rápida e indolor possível, como um elástico que retorna ao estado original após ser esticado até seu limite. 

Criatividade

Por muito tempo houve a equivocada noção de que a criatividade estava restrita aos artistas e profissionais que de alguma forma tangenciavam as artes, como os publicitários, para citar o exemplo mais evidente. 

Porém, hoje sabemos que a criatividade é o ponto de partida na resolução de problemas, que ocorrem em todas as áreas possíveis e imagináveis. Um vendedor, um advogado e um desenvolvedor de softwares, para citar três exemplos bem diferentes uns dos outros, precisam ser criativos quando a adversidade bate à porta. 

Um vendedor, por exemplo, precisa ser criativo para realizar um contorno de objeções inesperadas durante o processo de venda. Um advogado precisa ser criativo para elaborar a defesa de um caso inusitado. Já um desenvolvedor precisa ser criativo na hora de pensar em soluções que atendam aos requisitos dos seus clientes. 

Em suma, a criatividade precisa estar descentralizada para que o mercado obtenha benefícios com ela.  

Conhecimentos em TI

Essa skill evidentemente é um agregador quando estamos falando de profissionais que não atuam diretamente com TI, já que os que atuam precisam tê-las como primárias. 

Isso não significa que profissionais de todas as áreas precisam ter um conhecimento aprofundado sobre o tema, mas que a transformação digital exige que todos nós estejamos sempre atualizados quanto às inovações tecnológicas que surgem a cada dia. 

Aqui, entra a ideia do lifelong learning, ou aprendizado ao longo da vida. O profissional do futuro nunca termina os estudos. 

Habilidades analíticas

Possuir habilidades analíticas significa não ser apenas um executor de tarefas, sem a devida reflexão sobre cada atividade desempenhada. 

Quando falamos em habilidades analíticas, não estamos apenas falando de gráficos e planilhas, mas de uma capacidade de entender a fundo, e não apenas superficialmente, o que o problema apresentado está exigindo dos envolvidos. 

Aqui, podemos fazer um bom paralelo com a criatividade e os dois lados do cérebro. 

Criatividade é algo que exercita o lado direito, mais voltado à imaginação, às artes e ao lúdico, enquanto as habilidades analíticas dizem respeito ao lado esquerdo, que é racional e voltado à matemática fria. Contudo, ambas as skills se complementam de forma pendular e harmônica, como os inseparáveis dois lados de uma mesma moeda. 

Criativo, não?

Growth Hacking

Por fim, temos o growth hacking, que é uma área de estudos relativamente nova, mas que vem ganhando mais relevância a cada dia. 

Ligada principalmente às startups, a ideia de growth hacking diz respeito a estudar formas sustentáveis e escaláveis de crescimento de um negócio. 

Como equilibrar MRR e ROI? Para crescer um determinado percentual, qual taxa de turnover meu negócio deve ter? São perguntas como essa que impulsionam o growth hacking. 

Gamificação em vendas

Gamificação é uma metodologia que consiste em utilizar a diversão e a ludicidade como ferramentas no aumento do engajamento e da motivação dos colaboradores de uma empresa, apoiando-a na criação de uma mentalidade de alta performance. 

A gamificação é uma poderosa ferramenta de apoio na gestão de equipes de vendas. Uma plataforma como a da Gamefic possibilita o aumento do engajamento e da motivação, além da criação de uma cultura de alta performance através de um acompanhamento de perto dos indicadores do seu time. 

Com isso, sua equipe de vendas vai ficando cada dia mais harmônica e eficiente.

Como implementar a Gamificação?

Nós da Gamefic somos mestres em gamificação e já gamificamos empresas dos mais variados tipos como Fiat, Banco Safra, Vedacit entre outras. Podemos te ajudar neste projeto e vamos deixar um botão aqui embaixo para que você conheça nossa plataforma e entenda como podemos lhe ajudar com a gamificação.

Um abraço e até a próxima!  

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